quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Celulares, amigos para toda a hora.



Celulares estão cada vez mais comuns, isso, todos nós já sabemos. Um estudo diz que se o Brasil continuar neste ritmo, em dentro de alguns anos o número de celulares irá ultrapassar a população brasileira. E isso num pais de 3º mundo!
Mas o que mais me encanta, não é o design, a marca, ou a operadora, mas sim, os recursos. Sim, os recursos!
Uma prova disso foi o que aconteceu comigo há poucos dias. Estava voltando de meu curso. Entro no ônibus, pago a passagem e sento ao lado de uma mulher aparentando uns 35 anos de idade. Ela estava com um celular popular, e ouvindo rádio.  No banco da frente, estava um senhor, aparentando uns 50-60 anos, e imagine só, jogando em seu celular! Era dama!
Do outro lado do ônibus, tinha uma mulher que matracava, e a sua frente, um moço que teclava sem parar. Acho que deveria estar mandando um SMS!
Logo depois, o cobrador começa a mexer em seu telefone móvel, e em seguida, entra um homem que, com o seu celular Xing Ling, começa a assistir a novela das sete, ali mesmo, em meios a chuviscos e ruídos.
Eu até me senti meio “antiquado”, e logo saquei o meu e comecei a jogar boliche. Eu é que não ira ficar fora dessa!
Mas, sabe o que isso me levou a perceber?
Que hoje em dia, não se da tanta importância com a marca do celular, e sim aos seus recursos, e o que ele pode te proporcionar. E mais: Não a mais restrição de idade para o uso do mesmo. O senhor jogando dama que diga!
Eu tenho um celular básico, um da Motorola EM 28, que tem rádio, Bluetooth, MP3, câmera e gravador de vídeo. Eu não vivo sem ele! Seja na escola, em casa, no curso ou pra qualquer outro lugar que eu vá, ele esta sempre lá, no meu bolso. Teve uma vez que na escola, vou ver o horário, e passo a mão no bolso, e quando não sinto o relevo, me desespero e começo a apalpar minha calça inteira, procurando meu celular. Desespero-me realmente! Só depois que percebo que eu tinha deixado ele em casa carregando.
Mas meu Motorola esta sempre disposto pra satisfazer as minhas vontades. Aquela musica que não para de passar na radio? É só eu ligar a função de gravar, assim que ela passar. Registrar momentos seja eles bons ou esquisitos? A câmera e o vídeo resolvem a questão. Passar o tempo na fila do médico? Pego o fone de ouvido e ouço as minhas musicas. E falando em musica, sabe aquela nova, que esta na moda? Ligo o meu Bluetooth, e pego com alguém. Trabalho de escola, e não acho o meu pen-drive? Pego o cabo USB, e passo para o meu cartão de memória com capacidade de 1GB.
 Estou feliz com ele, assim como tenho certeza que o pessoal do ônibus, no qual eu falei no começo deste texto, também estavam.
Afinal, não é preciso ter um iPhone ou um Android, e sim, o usuário saber aproveitar os recursos que seu aparelho proporciona. Eu sei, e você?

3 comentários:

  1. Muito bom!

    Eu aproveito os recursos não só de celular,mas de todos os meus aparelhos.

    Os PCs então que o diga,o que puder ser feito neles eu faço hehe!

    Té +

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  2. Oi, Guilherme.
    Infelizmente, o preço das ligações, aqui em terra brasilis, ainda é um dos mais caros do mundo. Nos planos pré-pagos, então, nem se fala. Eu, pessoalmente, ando com dois aparelhos; um pra ligar pra telefones fixos e da Oi e outro pra falar com clientes da Claro. Vou comprar mais um, que suporte dois chips, pra aproveitar também as promoções da Vivo e da Tim, mas aí a calça vai cair devido ao excesso de peso... rs.
    No mais, olha, embora eu use um SAMSUNG de (quase) última geração, com um bocado de firulas, acho que só assisti à TV na telinha (que proporciona excelente qualidade de imagem, verdade seja dita) durante a Copa do Mundo, quando estava na fila do Banco ou do caixa do supermercado. São tantos os recursos e configurações (que eu nem sei implementar) que dá até medo (risos).
    Abração e um ótimo f.d.s.

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  3. Pelo que vejo realmente os brasileiros aderiram ao celular!

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